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Física Médica PDF Imprimir E-mail

Chefe do Setor de Oncologia:

  • Dr. Rogério Agenor de Araújo

Físicos Médicos:

  • Antônio Ariza Gonçalves Júnior
  • Luane Alves Martins


A Física Médica atua diretamente nas áreas de dosimetria, garantia de qualidade, radioproteção, seleção de equipamentos e planejamento de pacientes. A dosimetria irá garantir que as radiações emitidas pelos equipamentos sejam confiáveis, certificando que as doses preconizadas pelos médicos sejam precisas, aumentando conseqüentemente as chances de cura e minimizando os efeitos colaterais nos pacientes. O desenvolvimento de um programa de qualidade visa garantir uma homogeneidade nas condutas médicas em relação aos tratamentos, tendo sempre como objetivo uma atualização permanente de procedimentos. A radioproteção atua diretamente no desenvolvimento e execução de um plano de radioproteção em conformidade com as normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear, estabelecendo responsabilidade, treinando indivíduos, desenvolvendo equipamentos e métodos para assegurar que pacientes, trabalhadores e público não sejam expostos sem necessidade a radiações.

A seleção de equipamentos agirá decisivamente na melhor definição da aquisição de equipamentos, conforme a real necessidade dos tratamentos. O planejamento de pacientes é uma decisão conjunta entre médico e físico com o intuito de sempre garantir a melhor opção de tratamento para o paciente.

Com isso, conclui-se que a contribuição da Física Médica é decisiva para o bom funcionamento de um Centro de Radioterapia, pois trabalhar com radiações ionizantes é uma responsabilidade muito grande, o que requer treinamentos permanentes. Radiações, quando bem aplicadas, podem trazer inúmeros benefícios à humanidade, ao passo que, se utilizadas de forma incorreta, será prejudicial.

No Hospital do Câncer em Uberlândia, a Física Médica tem atuado em Radioterapia, mas em outros centros ela atua também em Medicina Nuclear e Radiodiagnóstico, tendo praticamente as mesmas responsabilidades. Atualmente, atendemos em torno de 50 pacientes/dia na Bomba de Cobalto, que na sua maioria são neoplasias de mama, cabeça e pescoço; em torno de 90 pacientes/dia no Acelerador Linear; e em torno de 30 pacientes/dia em Raios-X Convencionais, com câncer de pele. Na Braquiterapia de baixa taxa de dose (inserção intra-cavitária de materiais radioativos através de aplicadores), atendemos em média três pacientes/semana com doença em colo de útero.

 

Empresas Amigas da Cura

Atenção:
O Grupo Luta Pela Vida é a única instituição responsável pela construção e ampliação do Hospital do Câncer em Uberlândia

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