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Serviço Social PDF Imprimir E-mail

Equipe:

Chefe do Setor de Oncologia:

  • Dr. Rogério Agenor de Araújo

Assistentes Sociais:

  • Giovana Rita Lucas
  • Maria Cristina Camin
  • Nida Bernadete Mattar Accetti

                              
Hoje a prática profissional na área da saúde tem sido cada vez mais freqüente em equipes interdisciplinares. Desta forma, é de reconhecida importância o conhecimento que o profissional de Serviço Social deve ter do seu espaço dentro da instituição e da equipe, para que possa interpretar os fatores sociais, políticos e econômicos que permeiam a realidade dos pacientes e de seus familiares, orientando um tratamento global nos aspectos biopsico-sociais.

Cabe ao Serviço Social promover uma ação educativa, visando desencadear um processo reflexivo nos pacientes e familiares; para que possam participar do processo de treinamento e/ou cura. É importante o papel do profissional de Serviço social junto à questão da prevenção, diagnóstico e tratamento oncológico. O câncer envolve a questão biomédica da doença e também outros aspectos relevantes como os sociais, os econômicos e os psicológicos; não é uma questão isolada do indivíduo portador de doença, mas de toda a sua rede de relacionamento, principalmente a família.

Embora nas últimas décadas tenham ocorrido alterações significativas no processo de atendimento aos pacientes com câncer, ainda hoje a compreensão desta doença é calcada em tabus e preconceitos, desesperança, estigma de morte, castigo divino, perda da força de trabalho, desestruturação familiar e outros fatores que vão exigir a atuação do profissional de Serviço Social.

São ações rotineiras do Assistente Social no atendimento ambulatorial de Oncologia:

  • Efetuar contato com o serviço de transporte;
  • Orientar e encaminhar para recursos internos, externos, previdenciários, etc... conforme as necessidades dos usuários;
  • Documentar as atividades e preparar material teórico, pertinente ao Serviço Social;
  • Realizar atividade grupal: reunião com pacientes e reunião de familiares;
  • Realizar visita domiciliar, quando necessária;
  • Realizar trabalho integrado com os outros membros da equipe de saúde;
  • Avaliar condições sócio-econômicas, familiares, com a finalidade de oportunizar o acesso ao tratamento; para isso tem a parceria de Voluntários e outros recursos da comunidade;


Desenvolver e coordenar programas especiais tais como:

  • PROGRAMA DE ACOLHIMENTO
  • PROGRAMA DE CUIDADOS PALIATIVOS


Toda ação do Serviço Social tem um caráter educativo, que pode acontecer em vários níveis de assistência. Ao assistente Social cabe transcender o imediatismo, aproveitando as diversas ações, para dar início ao processo de participação do paciente e família no percurso do tratamento.

A Unidade de Tratamento deve ser integrada pela equipe de profissionais de saúde, o paciente, os membros de sua relação direta (familiares ou não), devendo caracterizar-se por uma relação de parceria, visando alcançar a cura quando possível e qualidade de vida quando fora de possibilidade terapêutica.

É nesta última perspectiva, que surgiu há aproximadamente um ano e meio a Unidade de Terapia da Dor e CUIDADOS PALIATIVOS, cujo enfoque é atender o paciente fora de possibilidade terapêutica e seus familiares de maneira integral e tendo como objetivo a qualidade de vida.

 

Empresas Amigas da Cura

Atenção:
O Grupo Luta Pela Vida é a única instituição responsável pela construção e ampliação do Hospital do Câncer em Uberlândia

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