A luta pela vida transformada em inspiração

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A jornada de tratamento oncológico, muitas vezes, pode ser solitária para o paciente. Entretanto, algumas pessoas que foram – ou que são – acometidas pela doença, fazem questão de criar uma rede de apoio onde são compartilhadas diversas manifestações de apoio e inspiração, para que o paciente possa se sentir entendido e amparado. Maria Aparecida, de 57 anos, faz questão de ajudar quem pode depois que foi acometida pela doença, no final de 2017. 

Foi durante um banho, que a empresária descobriu um nódulo na mama esquerda por meio do autoexame. Logo em seguida, ela buscou orientação médica, realizou os exames e o que antes era uma temida possibilidade, se confirmou: aos 54 anos de idade, Maria Aparecida tinha sido diagnosticada com câncer de mama. “Quando o médico me disse o diagnóstico, fiquei uns minutos em silêncio e sem acreditar no que estava acontecendo comigo”, conta, “em seguida, perguntei qual era a probabilidade de cura e ele me disse que era de 90%. Tomei meu tempo e o respondi ‘pois então será de 100%! Não vou deixar essa doença me vencer’

Naquele momento, iniciava a luta pela vida de Maria Aparecida. No dia 22 de março de 2018, quase quatro meses após o diagnóstico, ela realizou a cirurgia de retirada do nódulo. Logo em seguida, ela iniciou o tratamento no Hospital do Câncer em Uberlândia. No total, foram dezesseis sessões de quimioterapia e trinta de radioterapia. 

Três anos depois da sua jornada pela vida, ela conta que suas fontes de força eram sua fé e o apoio dos familiares e amigos que estavam com ela durante os momentos. Atualmente, Maria Aparecida finalizou seu tratamento dentro do Hospital e está na fase de acompanhamento. Segundo ela, houve momentos de muito fortalecimento dentro da instituição, “eu tenho muita gratidão pelo o Hospital do Câncer. Lá dentro todos somos muito bem tratados”. 

Muito mais do que vencer o câncer, Maria reconhece seu privilégio e faz questão de ajudar mulheres que são acometidas pelo mesmo tipo da doença: “Eu as recebo logo após descobrirem que estão com o câncer, faço questão de compartilhar minha história como forma de inspiração”, relata. É nesse processo de criar uma rede de apoio para outras mulheres, que Maria Aparecida usa sua história para criar laços de solidariedade ainda mais fortes que abastecem a luta pela vida de outras várias pessoas.

 

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