#EuFaçoParte: de geração em geração, a história de Jomhara

Tem pessoas que conhecem o Grupo Luta Pela Vida por meio dos vizinhos que são doadores, outros que viram passando na televisão, e tem até aqueles que acham que só existe o Hospital do Câncer, mas também tem os que sabem pela família. Jomhara Ibrahin atualmente trabalha na secretaria do Hospital do Câncer, mas a história de ligação com o Grupo Luta Pela Vida começou bem antes de ser uma colaboradora. “Minha mãe foi funcionária do Grupo Luta Pela Vida como técnica em enfermagem, e agora ela é aposentada. Então eu já conhecia o Grupo e a forma de trabalhar, tinha bastante conhecimento. Foi uma alegria para ela,já que ela queria que eu trabalhasse no Grupo para eu ver a forma que eles lidam com os funcionários e com os pacientes. Ela ficou muito contente, me falou vários valores que, hoje, eu confirmo que o Grupo realmente tem”, relata.

Jomhara começou no Hospital do Câncer em 2011, mas ainda como funcionária de uma terceirizada da instituição de saúde. Em 2015 veio o convite para, então, fazer parte do Grupo e seguir os passos de sua mãe. Nesta década de história pelos corredores do Hospital, Jomhara já trabalhou no Arquivo, Recepção e, agora, na Secretaria. “Atualmente, eu sou secretária da Oncopediatria, então todas as senhas e prioridades da oncopediatria são minhas. Não tendo esta demanda da pediatria, eu faço o atendimento geral. Tudo que é relacionado a este setor fica comigo, tanto marcação de exame, de consulta, de procedimento, agendamento, diferente da parte adulta, que é dividida em vários colaboradores”, explica Jomhara.

Para Jomhara, o trabalho dentro do Hospital também auxilia no amadurecimento como pessoa e, por isso, ela se sente muito grata por poder ter essa oportunidade diária de convívio e contato com os pacientes. “O câncer, por vezes, é um tratamento muito difícil, dolorido, e a gente passa a ver a vida com outros olhos, a valorizar mais cada instante da gente”, revela.

Além disso, ver a dimensão do trabalho da ONG em prol dos pacientes oncológicos faz com que ela sinta orgulho em pertencer a uma instituição com essa. “Você vê que as vezes a população é um pouco leiga ao Hospital do Câncer, pensa até que é particular, já que vê com muita grandeza. E eu posso falar com muito orgulho que eu faço parte lá do Hospital, em que tem um atendimento humanizado, é pelo SUS, e que a ONG Grupo Luta Pela Vida é quem ajuda a manter tudo isso”.

Jomhara sente orgulho e satisfação por fazer parte e saber que seu trabalho contribui e é essencial para que o Grupo Luta Pela Vida seja novamente uma das 100 Melhores ONGs do Brasil.

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