#EuFaçoParte: de voluntária a colaboradora, a trajetória de Kelly

Kelly Ramos é colaboradora do Grupo Luta Pela Vida há quatro meses, mas sua história dentro da instituição é mais antiga. “Eu comecei a ser voluntária a cerca de dois anos e meio, e a partir daí que eu fui conhecer o Grupo mesmo. Como era voluntária no Viveiro, mesmo com a pandemia a gente tinha que ir lá para molhar, então não perdemos esse contato”, comenta.

O que não pensava e nem tinha passado por sua cabeça era que um dia ela não seria apenas voluntária da instituição, e sim colaboradora. No dia 24 de agosto de 2021, Kelly Ramos começou a outra parte de sua trajetória pelo GLPV. “Nunca tinha pensado nesta possibilidade, porque ser voluntária para mim já era de grande feito, porque eu fazia uma coisa que gostava, ajudava a instituição. Sinceramente não tinha ideia de trabalhar no Grupo, até o momento que eu me vi desempregada”.

Nas redes sociais do Grupo, as postagens de Vagas Abertas ajudaram Kelly a ter a chance de se sentir ainda mais pertencente a instituição. Quem faz o bem, recebe o bem, e assim Kelly foi contratada para ser Auxiliar Financeira. “Eu me sinto mais completa, porque uma coisa é você ajudar, fazer um trabalho voluntário sabendo que vai apoiar a instituição, e outra coisa é você está ali dentro e ver como que funciona tudo, como que está sendo todo o seu desempenho e esforço. Ver isso criar vida, transformar, é muito gratificante.”

E se tem um setor que consegue ter a dimensão de todas as doações que chegam e a grandeza desta instituição, este é o Financeiro. Kelly explica que a sua área é responsável por finalizar todos os pagamentos e recebimentos que envolve o Grupo Luta Pela Vida. “A gente faz a identificação das doações no extrato bancário, faz a conciliação bancária, o fechamento dos caixas dos Mensageiros, entre outros. Nós conferimos também se aquela doação realmente caiu, se entrou para a instituição. Tudo passa pelo setor financeiro”.

Do dia a dia de voluntária a vida de colaboradora, Kelly define, em uma palavra, o trabalho como “motivação”. “A questão do Grupo ser uma ONG motiva a me empenhar mais, tanto como pessoa, quanto profissional. Saber que meu trabalho está sendo bom para mim e para o próximo me deixa cada dia mais motivada”.

Agora, a sensação que a voluntária e colaboradora sente é de completude e finaliza dizendo que tudo isso só a faz perceber a importante de fazer parte dessa instituição. Kelly Ramos faz parte de uma das 100 Melhores ONGs do Brasil!

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