Saúde em campo: alerta sobre câncer de próstata é feito no Campeonato Amador

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IMG_2761Uma das principais ações para evitar o câncer é a prevenção, mas em alguns tipos da doença a prevenção esbarra no preconceito. Um dos exemplos é o câncer de próstata, que até ganhou uma campanha mundial sobre a doença, conhecida como Novembro Azul. Para levar o alerta para o os homens um local muito frequentado pelo público masculino foi o escolhido como foco de prevenção: o estádio de futebol.

Durante a abertura dos dois jogos da final do Campeonato de Futebol Amador de Uberlândia, que aconteceram no estádio Aírton Borges, nos dias 29 novembro e 05 de dezembro os torcedores dos times do Tabajara e América tiveram uma oportunidade de pensar sobre a prevenção do câncer de próstata. Os voluntários do Grupo Luta Pela Vida, a ONG do Hospital do Câncer, juntamente com os jogadores dos times desfilaram com uma faixa com mensagem sobre a prevenção da doença. O intuito é incentivar os homens a realizarem os exames preventivos do câncer de próstata.
Para o oncologista do Hospital do Câncer, Rogério Araújo, os homens ainda têm muita resistência quando o assunto é ir ao médico. “O exame para diagnosticar a doença é uma combinação do exame de sangue, PSA, seguido do toque retal. Alguns homens ainda têm preconceito em relação ao procedimento do toque retal, o que precisa mudar, pois as chances de cura do câncer de próstata, quando diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada pode chegar a 90%”, alerta o médico.

Sintomas e fatores de risco
O câncer de próstata é considerado uma doença silenciosa, pois os sintomas como: dificuldade para urinar, sensação de não conseguir esvaziar completamente a bexiga e a presença de sangue na urina, geralmente, só começam a aparecer quando a doença já está em um estágio avançado.

O único fator de risco bem estabelecido para o desenvolvimento do câncer de próstata é a idade. Aproximadamente 62% dos casos diagnosticados no mundo ocorrem em homens com 65 anos ou mais. Além desse, outros fatores como raça/etnia, história familiar da doença e alimentação, também influenciam.

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